- E você acha que a história deles dois vai dar certo?
- Bem, os olhos dele brilham quando estão com ela...
- E os dela?
- A mesma coisa.
sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
"Eternizados".
Hoje, lendo um blog de um amigo que há muito tempo não escreve. Percebo que, o tempo passou. A última vez que ele escreveu foi há uns sete meses atrás ou mais. Naquela época ele estava namorando, seu blog discorria amores pela sua amada. Hoje, não estão mais juntos. Mas seus textos para ela, ainda estão lá. “Eternizados”.
Certamente, os dois serão inesquecíveis um para o outro, mesmo que, em virtude do destino tenham se separado. Cada um foi o primeiro namorado do outro. Marcou. É a primeira sensação de que será para sempre, de que o amor supera tudo. De que nunca irá doer.
E hoje, depois de tanto tempo, após ler seus textos, e no minuto seguinte uma rápida reflexão. Percebi que, nem sempre o que queremos acontece, e que, fazer planos é uma forma de sonhar, mas não podemos transformá-los em utopia.
De lá pra cá, muita coisa aconteceu, todos nós vibramos e choramos juntos, quando vimos que os capítulos se seguiam para o final do relacionamento. As lágrimas que certamente caíram, secaram. E sim! Os dois estão prontos para amar novamente. Ou amar verdadeiramente.
E marca. Marca a ferro quente! Não importa se duraram anos ou meses. Namorar marca. E é inevitável. E ai que ta a graça da vida, coração. Ter várias paixões. Poder errar e acertar quantas vezes for necessário. Uns acertam de primeira o alvo, outros não acertam tão facilmente, no entanto, aprende-se com eles. Portanto, cresce-se.
E é tão bonito quando crescemos. Tanto quanto uma vassoura velha. E é tão mais bonito ainda quando acertamos o amor logo de uma vez. Quando o nosso primeiro amor, é nosso pra sempre.
Não aprendi isso nos livros. Aprendi isso vivendo, com erros e acertos.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
É o que vale.
Acontece com todo mundo. Depois de um tempo do tempo que você deu para ele, você começa a sentir falta. Não dele (talvez), mas começa a querer novamente aqueles momentos em que é só você e outra pessoa. Aqueles olhares, aqueles beijos.
Você sai com suas amigas, vai para bares com amigos, tem aquela sensação de falsa liberdade (É, falsa liberdade, porque como dizia Carpinejar: “Liberdade na vida é ter um amor para se prender”).
De não precisar dar satisfações a ninguém, não dizer à hora que volta. E nem ter que ouvir: “Que marca é essa na sua blusa?” Daí, você se envolveu com tantos caras legais. Mas nenhum deles te tocou a ponto de largar tudo e ir correndo para seus braços. Nenhum deles te levou para ir ao teatro. Nenhum deles te levou para ver um filme no cinema, rir juntos na praça, não te deram flores. Surpresas. SMS bonitinhos. Com nenhum deles você foi você. Você foi mais corpo que alma. Entende?
Relacionamentos que começaram sexta à noite e terminaram domingo à noite. Relacionamentos a test-drive, costumo dizer. Que é quando você vai, conhece, e em menos de uma semana acaba. Só restam lembranças e o telefone dele na agenda. E que você não liga, porque não sabe se ele quer repetir a dose. E acaba sendo mais um, que você ficou porque ele tinha uma pegada... Pode acreditar, cansa.
Depois de um tempo sozinho. Porque precisamos desse tempo para nós, precisamos de um tempo com alguém, talvez esse tempo dure toda vida. Compartilhar segredos, brincadeiras, problemas. Como dizia um conhecido: “Precisamos da melhor das melhores amigas”. A nossa melhor amiga de todas as horas.
Conhecer a família dela com aquele frio na barriga, ir ao cinema e nem ver o filme. Dividir um lanche no Mcdonalds. Tirar fotos e mais fotos, as mais toscas possíveis. Sair para as festas, caminharem no calçadão de Copacabana, depois tomarem uma água de coco. Conhecer as suas amigas, ela conhecer os seus. Colocarem “relacionamento sério” no Facebook, e metade dele curtir porque vocês dois... Vocês dois são lindos juntos. Não conseguir se ver mais sem ele. Ter a foto dos dois no MSN. É isso que vale a pena. Muito a pena.
Acredite!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Pense.
Já parou pra pensar que existe alguém que goste tanto, mais tanto de você. Que goste até dos seus defeitos? E até mesmo, se diverte com eles. Já parou pra pensar que existe alguém que sonha com você todos os dias? E sim, não consegue te tirar da cabeça um só minuto, e quando vocês se vêem... Ah meu Deus, quando vocês se vêem... Como Caíto (Caio Fernando Abreu) disse: “ele me desperta sentimentos i-na-cre-di-tá-vel-men-te ternos”.
Já parou pra pensar que existe alguém que daria de tudo pra estar ao seu lado agora? Vendo um filme, rindo de qualquer coisa, lendo esse texto, ou simplesmente, estando do seu lado sem dizer ou fazer nada. Já parou pra pensar que tua utopia de amor perfeito talvez não exista? E que, o que vale mesmo é ter: amor próprio, problema na cabeça e um grande amor no coração.
Já parou pra pensar que a pessoa que você está pensando agora, pode ser a mesma que pensa em você?
Sei lá, acredite! Não deixe isso virar poeira, virar nada.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Manhãs.
Que a cada manhã, você acorde como se fosse – e é – um novo réveillon, ou seja, com a sensação de que tudo possa ser novo e melhor do que ontem. Que a cada manhã o sol bata na sua janela te oferecendo a vida. Que a vontade de me ver seja maior do que a vontade de ficar na cama.
Que a cada manhã, você acorde com o cabelo despenteado, cara amassada e que, mesmo assim, saiba que eu te amo de qualquer jeito. E que pra isso basta ser você, mais dentro que fora. Mais essência que beleza.
Que a cada manhã o seu primeiro pensamento seja em mim, porque o meu sempre será em você. Que a cada manhã, nosso amor se renove.
Que a cada manhã, eu esteja com você.
domingo, 9 de outubro de 2011
Era como era.
Era um amor de fruta mordida. Igual quando alguém, despretensiosamente, morde uma maça e você vê. E nessa hora te dá uma vontade louca de morder também. De morder junto. De ser junto.
A gente era amor de jardim. Verde. Gramado. Frágil. Mais bonito por fora. Oco por dentro. Nosso amor foi amor de novela. De fotos. E é isso que eu guardo de você esse tempo todo. Até hoje, embora tenha se passado algum tempo e você nem se lembre mais de mim.
Isso que guardo de você: fotos. E percebo que o tempo passou porque as fotos começaram a ficar velhas. E daqui a 50 anos ainda vou lembrar-me de você quando me perguntarem quem foi à primeira. E sei que, quando toca a nossa música, lembro-me do que fomos, e o que sonhávamos ser.
Mas daí acaba a música, e não choro ou faço melodramas como antes. Foi difícil quando acabou. Você jogou tudo pro alto, e eu fui forte o suficiente para falar que ainda precisava de ti. Mas dai tu vai e inventa uma realidade para aquilo que na verdade não é. Só para não doer tanto.
E passa. E ai está à magia do amor. Não vale a pena cê sair da história quando ela ainda não acabou. Tem de sair do final. Libertar-se. Porque só assim você vai poder amar novamente.
O que sentíamos era lindo, terno, era simples. Era o que desejássemos que fosse. Era tudo. Só não era amor.
sábado, 8 de outubro de 2011
Compensa.
Ontem fui ao cinema, o que não fazia há um tempo. Fui ver: Eu queria ter a sua vida, uma comédia. A história até que é interessante, embora não saia do prognóstico dos personagens que trocam de vida.
Daí para frente, você sabe exatamente como é que é. Eles vão surtar tentando o mais rápido possível reverter à troca de corpos, mas sendo impossível assim tão rápido, passam a ter de se adaptar — e ter de fato de viver a vida do outro, o que eles acabam gostando, até que eles percebem que o importante é ser você.
E aproveito o engajo do filme, para hoje, especialmente hoje. Falar de você. Que muitas vezes tem vontade de desistir, de sumir do mundo. Mas daí aparece alguém ou alguma coisa, e você percebe que vale muito a pena continuar.
Amigos, família, seu amor, Deus, trabalho. Enfim, temos que acreditar em algo para fazer, sem muito sacrifício, o que parece ser o obvio. Continuar. Apesar de.
Às vezes, e isso acontece com todo mundo, dá uma vontade de ser aquele cara que pega todas da novela, ou nem precisava ser ele. Só o que é absurdamente rico estaria bom. E vocês, mulheres, às vezes dá uma vontade de ser uma protagonista da novela das oito. Pular está fase chata que parece não acabar nunca. Ser capa de revista. E todas aquelas alusões que nos parecem jogar na cara que, simplesmente, somos mais um.
Mas o bom mesmo é ser você. Você que é aquele cara que tem de acordar às cinco da manhã para ir ao trabalho. Ou você que se mata de estudar para fazer uma prova que irá decidir seu futuro.
Saiba, não importa os percalços, as vontades de desistir que surjam no caminho, porque vão existir muitas. Não importa se hoje você está triste. Saiba que o bom mesmo é ser você. E perceber lá no final, que tudo valeu à pena.
É, compensa.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Último recado.
Navegando pela Internet, rapidamente soube da recente e precoce morte do criador e fundador da Apple, Steve Jobs. Morrera de câncer. E esse assunto, claro, rapidamente virou o favorito nas redes sociais. Principalmente o Facebook, do qual usufruo.
Pois então, tive a curiosidade de ver o que as pessoas estavam achando da morte de um gênio da informática. Encontrei muitos lutos, muitos comentários do tipo: “Tanto bandido pra morrer tinha que morrer logo um gênio!” Muitos inconformados com o câncer, a causa da morte. Muitos agradecimentos por tudo que ele fez, em prol da informática. Homenagens nos últimos dias passearão pelo mundo (aliás, nada mais justo). Enfim, vi e vejo uma comoção total na Internet por Jobs.
Contudo, a mensagem que fica, é que, Jobs morreu de câncer mesmo com todo dinheiro que ele detinha. E mesmo que indiretamente, ele deixa esse recado para nós simples mortais.
Dinheiro não compra tudo. Alias, não compra nada. Dinheiro torna a vida fútil, material. Vivemos para o dinheiro, e não o dinheiro vive para nós.
Jobs nos mostra que rios de dinheiro, não valem tanto a pena assim. Ajuda é claro, não vamos ser hipócritas. Mas não traz a felicidade. Rios de dinheiro muitas vezes trazem o contrário: inveja, amizades por interesse, futilidade da vida. Enfim,
Jobzão, obrigado por mais esse recado. Fica com Deus!
Assinar:
Postagens (Atom)